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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Aniversário Peniel - 35 anos



Pça: Clemente Mariani S/N
Dário Meira -BA



CONVITE

A IGREJA BATISTA PENIEL Tem o prazer de convidar os queridos irmãos para participarem do Culto de Celebração a Deus pelo transcurso de seu 35º aniversário de organização, quando teremos a oportunidade de ouvir o Pr Arnaldo José de Carvalho,da primeira igreja Batista de Ilhéus, cuja festa ocorrerá em sua sede. Tal evento acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de Março de 2010 às 19:30hs.



A SUA PRESENÇA ENCHERÁ O NOSSO CORAÇÃO DE ALEGRIA



"Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR". Salmos 122:1


Pr. Sergio Antonio Vieira

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O Ferreiro


“Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar a sua alma a Deus. Durante muitos anos trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas, apesar de toda a sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida.”


Muito pelo contrario:

Seus problemas e dividas acumulavam-se cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua situação difícil, comentou: “É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar.”

Eu não desejo enfraquecer a sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.”

O ferreiro não respondeu imediatamente.

Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.

Entretanto, como não gostaria de deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava.

Eis o que disse o ferreiro:

“Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transforma-lo em espadas.

Você sabe como isto é feito?”

Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha.

Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada.

Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura.

Tenho que repetir este processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente.”

O ferreiro deu uma longa pausa, e continuou:

“Às vezes, o aço que chega até minhas mãos, não consegue agüentar esse tratamento.”

O calor, as marteladas e água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.

Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada da minha ferraria.”

Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:

“Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições.”

Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e ás vezes me sinto tão frio e insensível como água que faz sofrer o aço.

Mas a única coisa que peço é:

“Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim.”

Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser – mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas.
 
Autor: desconhecido
 


Pr. Sergio Antonio

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Batistas se voltam para Responsabilidade Social na 90ª Assembleia



Um dos temas mais abordados durante a última edição da 90ª edição da Assembleia da Convenção Batista Brasileira (CBB), realizada entre os dias 22 e 26 de janeiro em Cuiabá, foi o da Responsabilidade. A atuação social dos batistas brasileiros foi destacada por autoridades estatais, pela imprensa local e foi o assunto de um evento especial que antecedeu a Assembleia.


Tendo como tema “A Convenção Batista Brasileira e a Responsabilidade Social”, aconteceu no dia 21 de janeiro o Encontro Nacional Batista Brasileiro de Ação Social.

Um dos preletores do evento foi o Coordenador do Departamento de Ação Social (DAS) da Convenção Batista Brasileira, Mark Greenwood, que disse que uma das causas da desigualdade social é o pecado, “que leva o ser humano a deixar de ser justo e amoroso”.

No entanto, ele defendeu uma forte atuação social da igreja, motivada pelo fato de o ser humano ser feito à imagem e à semelhança de Deus.

Segundo o coordenador do DAS, esta ética de Cristo faz com que “todo ser humano, crente ou não, deva ser justo e amoroso”.

Também participaram do evento a administradora especialista em Responsabilidade Social e terceiro setor Marianne Cerqueira, que atuou como mediadora do encontro, e a gerente executiva de Ação Social da Junta de Missões Nacionais, Alice Carolina Barbosa.

Marianne afirmou que considerou o evento muito positivo: “Gostei muito por conta da participação. As discussões variaram entre necessidades da própria igreja e questões políticas de como a denominação poderia contribuir com a sociedade”.

“Precisamos liberar o potencial transformador das igrejas”

Apesar de ter acabado de assumir a coordenação do Departamento de Ação Social (DAS) da Convenção Batista Brasileira, o pastor inglês Mark Greenwood sabe muito bem quais são os passos necessários para que os batistas brasileiros possam expressar sua responsabilidade social de forma ainda mais relevante.

Greenwood, que já atuava na mesma área no estado do Ceará, concedeu esta entrevista exclusiva a O Jornal Batista após participar da 90ª Assembleia da CBB.

O Jornal Batista - Você chega ao Departamento de Ação Social (DAS) com qual expectativa?
Mark Greenwood - A nossa meta, em termos amplos, é que toda igreja da Convenção tenha um impacto transformador na vida social da comunidade onde ela se encontra, seguindo o exemplo do ministério de Jesus e da igreja do Novo Testamento. Entretanto, como um departamento, existem passos organizacionais que precisamos tomar para alcançar o alvo. Até agora o departamento de ação social tem funcionado em regime de voluntariado, em tempo parcial. Assim, necessitamos construir, junto com o Conselho da CBB, as convenções estaduais e outros órgãos da Convenção, relacionamentos e sistemas de trabalho que liberem o potencial transformador que existe nas igrejas. São muitas as igrejas e convenções já engajadas em ações na sociedade. Entretanto, normalmente de uma maneira isolada. Juntando as experiências e visões, podemos multiplicar o impacto e encorajar os que ainda não atuam na área social a se envolverem com esta obra.

OJB - Qual a sua avaliação da participação do DAS na Assembleia da CBB?
Greenwood - Foi boa. Tivemos o Encontro Nacional de Ação Social, com a presença de convencionais dos quatro cantos do Brasil. Após uma exposição da irmã Alice, gerente de Ação Social da JMN, discutimos o que significa, em termos práticos, a responsabilidade social da Convenção Batista Brasileira e como viabilizar os objetivos do Departamento de Ação Social. Já a Câmara de Ação Social estava lotada. Sob a competente presidência do professor Valceni Braga (MG), foram encaminhadas importantes decisões para o plenário da Assembleia.

OJB - Que passos foram dados para a realização de um trabalho mais efetivo dos batistas nesta área?
Greenwood - A existência de um departamento em pleno funcionamento é o primeiro destes passos. A Câmara também deu um bom direcionamento, determinando a meta de estudar a formação de uma Coordenadoria de Ação Social, ou algo similar, em cada Convenção estadual onde ainda não exista uma estrutura como esta. A área de comunicação também será chave. Foi decidido encaminhar artigos mensalmente a OJB para a divulgação da Ação Social na denominação, como também realizar campanhas de conscientização, tendo foco nesse ano a questão das eleições para o poder legislativo. O mais importante, porém, são os contatos pessoais que a Assembleia propicia, que fomentam ideias, agendas e ações ao longo do ano.

OJB - Na sua percepção, que princípios devem nortear um trabalho profícuo na área de Ação Social?
Greenwood - Espelhar o ministério de Cristo por completo na nossa missão e ministérios, amar como Ele amou, amar a Deus com todo coração, alma, mente e forças. Amar ao próximo como a si mesmo. Nunca considerar-se melhor ou superior ao público-alvo das suas ações sociais, mas valorizar todo o potencial dele para participar na busca das soluções. Focalizar na força do economicamente pobre e não na sua pobreza. Reconhecer que a desigualdade social é resultado do pecado da ganância e que às vezes este também está presente nas igrejas, fato do qual precisamos nos arrepender.

OJB - Diante disto, considerando o atual panorama, quais os maiores desafios?
Greenwood - Construir uma visão e ação conjunta junto às igrejas e convenções.


FÁBIO AGUIAR LISBOA
Editor de OJB


Fonte: Convenção Batista Brasileira

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O Pote Rachado


Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe, o pote rachado chegava apenas pela metade.


Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço.

"-Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas".

"-Por quê?" Perguntou o homem.

"-Do que você está envergonhado?"

"-Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços", disse o pote.

O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:

"-Quando retornarmos para a casa de meu senhor quero que percebas as flores ao longo do caminho".

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote:

"-Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa".

Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de Seu Pai. Na grandeza de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se o reconhecermos, e confiarmos realmente nele, poderão causar beleza. Das nossas fraquezas podemos tirar forças.

Todos temos defeitos! O importante é saber lidar com eles e aprender a transformá-los em qualidades! Tenha uma coisa em mente: Você é de Deus! Do jeitinho que você é! Ele te escolheu, te chamou. E ninguém pode mudar isso!!!

Autor desconhecido


"Não to mandei eu? Esforça-te e tem bom ânimo, não pasmes, nem te espantes,porque o Senhor, teu Deus, é contigo, por onde quer que andares". (Josué 1:9)



Pr Sergio Antonio

Tornando-se um jovem vencedor


"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." Romanos 12:1 e 2


Você tem uma escolha a fazer. Ou você é um jovem vencedor, da melhor qualidade, ou é um jovem derrotado e mundano. Jovens mundanos buscam sempre em primeiro lugar sua satisfação pessoal; são salvos, mas são extremamente egoístas. Suas orações giram em torno do que Deus pode fazer por eles, querem usar Deus para os seus propósitos pessoais em vez de serem usados por Deus para os propósitos D'Ele. Os jovens vencedores em contrapartida sabem que foram criados para um propósito, para uma missão. Acordam de manhã na expectativa de Deus poder usá-los naquele dia. São jovens que contagiam as pessoas ao seu redor, com sua fé e confiança em Deus. Que tipo de jovem você quer ser?

Para se tornar um jovem vencedor é preciso mudar a mentalidade e atitudes. E tudo começa mudando a mentalidade egoísta pela mentalidade altruísta. Comece pedindo ao espírito Santo que o ajude a perceber as necessidades das pessoas ao seu redor, principalmente as necessidades espirituais. Faça o que tem que ser feito por elas, seja servo das pessoas como Cristo nos ensinou. Outra coisa, substitua o pensamento imediatista pelo pensamento com perspectiva eterna. Isso vai evitar que dê importância excessiva a questões pequenas e o ajudará a distinguir entre o urgente e o eterno. Não troque sua vida por coisas temporárias, mas invista sua vida em vidas, invista sua vida em cumprir os propósitos de Deus. Por último, pare de pensar em desculpas para não servir a Deus e comece a pensar em formas de cumprir o Seu propósito. Você nasceu para adorar, viver em comunhão, ser semelhante a Jesus, servir as pessoas e exercer o ministério da reconciliação.

Qual dessas desculpas você tem usado nestes dias para não cumprir a vontade de Deus? Jacó era inseguro, José foi maltratado, Moisés gaguejava, Gideão era pobre, Davi teve um monte de problemas familiares, Pedro era explosivo, Zaqueu era indesejado pelas pessoas, Tomé tinha dúvidas, Paulo tinha saúde fraca e Timóteo era tímido. Aí está uma variedade de pessoas cheia de imperfeições e desajustes, mas Deus usou cada um deles para cumprir o Seu propósito.

DO SENHOR PROCEDE NOSSOS FRUTOS

Por: André Aliende – JesusSite



Pr Sergio Antonio

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Obra missionária tem perdas consideráveis no Haiti



Após contato precário via celular, finalmente o Pr. Jonathan Joseph conseguiu se comunicar com a Sede de Missões Mundiais e passar ao Coordenador de Missões para as Américas, Pr. Mayrinkellison Wanderley, algumas informações com o balanço dos estragos causados pelo terremoto que devastou o Haiti, na última terça-feira.


A boa notícia é que o hospital da região que serve de base para os voluntários de Missões Mundiais não sofreu danos e foi reaberto hoje (18). Sua capacidade de atendimento é para cerca de 10 pessoas. Mas as perdas foram grandes. Um obreiro da terra em Petit-Goâve perdeu seu filho. O Pr. Jonathan ficou sem a casa que estava construindo e agora está morando na residência de seu irmão. Além disso, a obra no país perdeu as igrejas de Value e de Provance; a igreja de la Victoire foi fortemente abalada. Ainda não há informações sobre as condições das demais igrejas.

Segundo o Pr. Jonathan, o Seminário de Teologia e o Centro Cristão para o Desenvolvimento Integral, graças a Deus, não sofreram danos maiores. No entanto, o escritório e o complexo em Petit-Goâve estão completamente destruídos.

Diante das grandes dificuldades, o pastor está na expectativa para receber a visita de um grupo de pastores representantes de Missões Mundiais que, em fevereiro, levará as doações arrecadadas neste mês de janeiro junto aos irmãos brasileiros, através do Projeto Por um Novo Haiti.

Hoje o Comando do Exército confirmou a identidade do 16º militar morto na capital Porto Príncipe. O tenente-coronel Marcus Vinicius Macêdo Cysneiros estava desaparecido desde o dia do terremoto. Com isso, sobe para 18 o número de brasileiros mortos nessa tragédia que se abateu sobre o Haiti.
 
As doações podem ser feitas clicando aqui ou através da Central do Adotante: (21) 2122-1901. Por enquanto, o número 0800 709 1900 (para ligação gratuita de ofertantes de outros Estados fora do Rio) continua com problemas técnicos. Quem fizer uma doação diretamente na conta de Missões Mundiais, deve em seguida enviar o comprovante de depósito através do fax: (21) 2122-1911. As pessoas sensibilizadas por esta tragédia devem fazer logo suas ofertas, pois elas serão entregues aos irmãos haitianos, pessoalmente, em fevereiro, por um grupo de pastores representando Missões Mundiais.
 
O pedido de socorro feito pelo Pr. Jonathan ao Pr. Mayrinkellison, via mensagem de celular, traduz um pouco das dificuldades vividas neste momento por nossos irmãos. “Pastor, por favor, envie um pedido a todas as igrejas do Brasil. Nossas casas, igrejas, hospitais e escolas estão todos destruídos. Não temos internet, água, eletricidade, comida, roupas e medicamentos. Nossas famílias estão passando por dificuldades. Nossos pastores, nossos amigos, nossos irmãos, por favor, nos ajudem”, clamou o pastor.
 
Não deixe de ouvir o clamor que vem do Haiti. Caso você não tenha condições de fazer a sua oferta, então, ore. Interceda, de preferência, às 15 horas (horário de verão de Brasília), 12 horas no Haiti, que é o horário em que os irmãos de lá costumam se reunir para orar.
 
 
Fonte: JMM - Junta de Missões Mundiais

A Formatura



Um jovem estava se preparando para sua formatura na universidade.Há meses ele admirava um carro esporte em uma determinada concessionária, e, sabendo que seu pai poderia comprá-lo, disse-lhe que aquele carro era tudo que queria.


Conforme a data da formatura se aproximava, o jovem tentava descobrir indícios de que seu pai tinha comprado o carro.

Finalmente, na manhã da formatura, o pai o chamou em seu escritório particular e lhe disse como estava orgulhoso em ter um filho como ele, o quanto o amava e lhe entregou uma caixa lindamente embrulhada para presente.

Curioso, e tanto desapontado, o jovem abriu a caixa e encontrou uma BÍBLIA com rica encadernação de couro e seu nome gravado em ouro. Com raiva e gritando disse: “Com todo o seu dinheiro, você me da uma BÍBLIA?” E saiu bruscamente de casa.

Passaram-se muitos anos e o jovem transformou-se num bem sucedido homem de negócios. Tinha bens, uma bonita casa e uma família maravilhosa. Lembrou-se do pai e concluiu que ele estava muito velho e que talvez devesse ir vê-lo. Não tinha estado com ele desde o dia da formatura. Enquanto se organizava para viajar ,recebeu um telegrama comunicando-lhe que seu pai havia morrido, deixando toda sua herança para ele, seu filho único, e que precisava ir imediatamente até sua antiga casa tomar posse do que lhe havia sido legado. Quando ele chegou na casa de seu pai, uma tristeza intensa e um grande arrependimento tomaram conta de seu coração. Ele começou a olhar todos aqueles importantes papéis e viu a Bíblia, ainda nova, da mesma maneira que ele havia deixado muitos anos atrás. Emocionado, com lágrimas nos olhos, abriu a Bíblia e começou a virar as páginas. Seu pai havia cuidadosamente sublinhado um versículo: Mateus 7:11 “Se vós, pois sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso pai, que estais no céu, dará bens aos que lho pedirem?”

Enquanto lia estas palavras, uma chave de carro caiu da BÍBLIA. Tinha uma etiqueta com o nome da concessionária, a mesma onde havia o tão desejado carro. Na etiqueta havia a data da formatura e as palavras “PAGO A VISTA”.


“Quantas vezes perdemos as bênçãos de DEUS, só porque elas não estão na embalagem que desejamos?”



Pr Sergio Antonio

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Vasos Quebrados



Era uma vez um depósito de vasos quebrados.

Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros.


Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio dos vasos quebrados, mas, por ser diferente dos demais, de imediato ele foi rejeitado e hostilizado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito.

Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, procurou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo na barriga, mas, também foi repelido. Tentou uma terceira vez, com os vasos que estavam trincados na base, mas, não adiantou.

Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir um ferimento, um risco, uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para quebrar os outros. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho.

E foi isso mesmo que ele fez. E conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados.

Ficou feliz, realizado, mas, não por muito tempo, pois, logo começou a se incomodar com uma outra necessidade, a de ser respeitado pelos demais vasos quebrados.

Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó.

E deixou de ser vaso!



Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes.
I Coríntios 15.33


Pr Sergio Antonio

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